Quatro dias navegando entre Paraty e Ilha Grande. Sem itinerário. O vento decide.
DRIFT é 4 dias a bordo de um veleiro, navegando entre Paraty e Ilha Grande — Patrimônio Mundial da UNESCO, no litoral do Rio de Janeiro.
Seis pessoas. Família como tripulação. Nenhum estranho a bordo. Fotografia como ferramenta de atenção — não de performance. Sem agenda fixa: o vento e a maré decidem o caminho.
Guiado por Fábio Kotinda — fotógrafo, diretor visual e capitaneado por Graziela Kotinda, prima de Fábio e única tripulante além dele.






Embarque, primeiras horas em movimento. O barco sai do porto e o mundo de antes fica para trás.
Navegação entre ilhas e baías. Ancoragem em enseadas isoladas. Fotografia como exercício de atenção — apenas ver.
Patrimônio Mundial da UNESCO. Águas transparentes, mata atlântica, silêncio. O dia mais lento — de propósito.
A última navegação. O horizonte do caminho de volta é diferente do de ida — você já mudou um pouco.
Não é para colecionar bandeiras. Não é para vencer um itinerário. É para quem entende que algumas coisas só acontecem quando você para de procurar.
Profissionais e criativos 30–50 anos. Cansados do excesso digital. Interessados em fotografia como forma de ver — não de postar. Que valorizam experiência real acima de conforto padronizado. Que querem estar presentes em algum lugar por mais de duas horas seguidas.
Se você precisa de itinerário fixo, quarto com ar condicionado e cardápio de escolha, DRIFT não é a experiência certa. O veleiro tem espaço limitado, o mar tem humor próprio — e o ponto é exatamente esse.

Antes de todo mundo acordar. Só você, o barco e a água parada.
Não existe em hotel nenhum. Não existe em pacote nenhum.
Água cristalina, ninguém por perto. Ilha Grande do jeito que ela é.
Quando o olhar muda, o enquadramento muda. Isso é o que DRIFT treina.
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